Comunicado

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COMUNICADO

A Administração da VFC-S.A.D., foi surpreendida por notícias na Comunicação Social em que a S.C. Braga-S.A.D. refuta a existência de qualquer dívida para com esta instituição.

Neste sentido, não pode a Administração da VFC-S.A.D. deixar de repudiar as últimas notícias vindas a público, pela imprensa escrita, pelo que urge clarificar o negócio da transferência dos direitos desportivos e económicos do jogador Pedro Tiba, a qual se passa a descrever:

  1. O valor da transferência cifrou-se em 500.000,00 € (quinhentos mil euros), acrescidos de IVA à taxa legal de 23%;
  2. Em 15 de Julho de 2014, o VFC SAD recebeu, por conta do acordado valor, a importância de 50.000,00 € (cinquenta mil euros);
  3. Ficando contratualizado o pagamento, por cheque, do valor remanescente, na data de 15 de Agosto de 2014, tendo o VFC SAD emitido as respectivas facturas e suportado o IVA, sem ter recebido nessa data;
  4. No dia 5 de Setembro de 2014, a S.C. Braga-S.A.D. efectuou um pagamento de 125.000,00 € (cento e vinte cinco mil euros), referentes, quase integralmente (115.000,00 €), ao valor do IVA já suportado e entregue pela VFC –S.A.D. à Fazenda Nacional;
  5. No dia 1 de Outubro de 2014, ou seja, 45(!!!) dias após o contratualizado e depois de vários contactos entre os departamentos financeiros da S.C. Braga-S.A.D. e entre Presidentes das duas instituições, a S.C. Braga-S.A.D. entregou, por seu livre arbítrio, cinco títulos para desconto, com vencimentos em 14 de Novembro de 2014 (€ 220.000,00), 15 de Fevereiro de 2015, 15 de Março de 2015, 15 de Abril de 2015 e 15 de Maio de 2015 (cada uma no valor de € 55.000,00), respectivamente;
  6. Por dificuldade de acesso à banca, a VFC-S.A.D. manteve os referidos títulos em carteira para os apresentar a pagamento nas datas de vencimento;
  7. Posteriormente, foi esta instituição informada de que a S.C. Braga-S.A.D. informou a AT (Autoridade Tributária) que a VFC-S.A.D. teria em carteira títulos por si emitidos, situação que conduziu à penhora dos mesmos;
  8. Para a VFC-S.A.D. tal não constitui um problema de maior, dado que estes valores serviriam para regularizar processos de dívida fiscal;
  9. Contudo, alcançadas três das datas de vencimento, continua-se a verificar a inexistência de cumprimento de pagamento por parte da S.C. Braga-S.A.D., continuando a VFC-S.A.D. e a AT sem receber, continuando a persistir a dívida fiscal, a vencer juros e a gerar vários constrangimentos à gestão corrente da sociedade.

Pelo que se expõe, reafirma esta Administração o incumprimento por parte da S.C. Braga-S.A.D. na regularização da dívida no montante de 440.000€ (quatrocentos e quarenta mil euros), acrescido de juros e despesas com as responsabilidades bancárias decorrentes dos títulos de pagamento utilizados.

A VFC-S.A.D. continua a ser o credor da S.C. Braga-S.A.D., ainda que o pagamento tenha de ser efectuado a outra entidade (AT), por via da penhora efectuada, podendo e devendo continuar a exigir a regularização destes créditos.

Esta Administração lamenta o recurso a expedientes informativos, que só pretendem falsear a verdade e prolongar o não pagamento de compromissos assumidos para com a VFC-S.A.D..

Sempre norteamos a nossa conduta e actuação pela seriedade, não tendo que apelar ao recurso de inverdades para fazer o nosso caminho.

Será este o caminho que continuaremos a objectivar.

Setúbal, 23 de Março de 2015.

O Conselho de Administração

 



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