Vitória de se lhe tirar o chapéu

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O Vitória conquistou no domingo uma importante vitória no terreno do “europeu” Estoril e confirmou os bons indicadores que tinha deixado nos últimos jogos, perante uma numerosa e entusiasta falange de apoio Vitoriana.

No António Coimbra da Mota, o Vitória entrou com personalidade no jogo e dispôs de duas boas oportunidades para marcar, através de Miguel Pedro (12′) e Cardozo (19′), facto que só não sucedeu graças às excelentes intervenções do guarda-redes “canarinho”, Vagner, que negou o golo sadino em ambas as ocasiões.

Ainda durante o primeiro tempo, o Estoril dispôs de uma ocasião para marcar quando Luís Leal, após desvio de cabeça de Sebá, surgiu na cara de Pawel Kieszek contudo, e perante a acção deste último, acabou por perder tempo de remate e a defensiva sadina resolveu a situação.

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Rafael Martins disputa um lance aéreo com Mano e Yohan Tavares.

Nos segundos quarenta e cinco minutos os “canarinhos” entraram mais pressionantes mas o Vitória revelando uma boa coesão defensiva e enorme solidariedade, entre todos os sectores, foi sustendo o ímpeto adversário, até que, na sequência de um lançamento longo de linha lateral executado por Pedro Queirós, João Pedro Galvão, acabado de entrar, joga ostensivamente a bola com a mão e, de pronto, o árbitro Jorge Sousa assinala o consequente castigo máximo. Chamado a converter a grande penalidade, Paulo Tavares confirmou o estatuto e rematou a contar, colocando o Vitória em vantagem no marcador decorridos que estavam 65 minutos de jogo.

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Paulo Tavares abriu o caminho à conquista dos três pontos.

O Estoril reagiu ao golo sofrido mas o Vitória, sempre muito organizado, tentava sair com critério para o ataque, explorando a capacidade técnica dos médios Tiago Terroso e Diogo Rosado, entretanto chamados a jogo, e a velocidade dos avançados Rafael Martins e Horta (entrou ao 75′ para o lugar de Cardozo).

Já em tempo de compensação e após um alívio da defensiva verde-e-branca para o meio campo contrário, Vagner sai fora da área e bate mal na bola, colocando-a nos pés de Tiago Terroso que tira as “medidas” à baliza estorilista e faz um chapéu – a cerca de trinta metros da linha de golo – levando o esférico a anichar-se nas redes adversárias, perante o desespero do guarda-redes brasileiro. Dúvidas houvessem, estava sentenciado o encontro com o segundo golo do Vitória ao minuto 90’+2.

Poucos segundos depois o árbitro do Porto deu por terminada a partida e levou ao rubro os Vitorianos, presentes na Amoreira, com a conquista destes três “saborosos” pontos.

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Kieszek agarra com segurança nas alturas, neste que foi o terceiro jogo consecutivo sem sofrer golos.

Com estes três pontos ganhos, o Vitória soma agora nove pontos e subiu ao 11.º lugar da Liga Zon Sagres (em igualdade pontual com o 10.º), ultrapassando de uma assentada, Marítimo, Académica, Arouca e Olhanense.

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