Vitória foi até onde o deixaram ir…

Categorias: Futebol


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Vitória foi até onde o deixaram ir…

O treinador Bruno Ribeiro e os jogadores, antes do jogo, tinham prometido ambição e entrega para voltar a fazer história e marcar presença na final da Taça da Liga, e foi isso que fizeram até os deixarem…

O Vitória entrou personalizado na partida e logo aos 3’, Lisandro Lopez faz falta sobre o avançado coreano Suk, dentro da área de rigor, mas o árbitro do encontro nada assinalou. Seria grande penalidade e vermelho directo para o defesa benfiquista.

Um minuto volvido e o peruano Advíncula, ontem a jogar a extremo direito, ganha o duelo com Eliseu, isola Pelkas que, já sem o guarda-redes na baliza, remata mas Lisandro Lopez, in-extremis, consegue desviar a bola para canto, quando esta se encaminhava para o fundo das redes. O mote estava dado e os comandados de Bruno Ribeiro mostravam, cedo, ao que vinham.

Ao minuto trinta e sete, o técnico sadino foi obrigado a fazer a primeira alteração, isto depois, de Hélder Cabral se ressentir de um problema muscular. Em sua substituição entrou Miguel Pedro, que foi actuar para a ala direita, recuando para defesa esquerdo o polivalente Luís Advíncula.

Acto contínuo e após uma disputa de bola entre Gonçalo Guedes e Luís Advíncula, dentro da área sadina, o jogador benfiquista sente o defesa sadino nas costas e deixa-se cair no relvado. O mesmo senhor que não vislumbrou a grande penalidade aos três minutos, desta vez não teve dúvidas e assinalou o castigo máximo, a favorecer a equipa da casa. Neste lance, o Vitória acaba por sair duplamente penalizado, isto porque, o juiz da partida, apesar do avançado benfiquista estar de lado para a baliza, mostra cartão vermelho directo ao defesa Advíncula, desequilibrando por completo os “pratos da balança” deste decisivo jogo. O avançado brasileiro, Talisca (41’), converte a grande penalidade e coloca os da casa em vantagem.

Decorria o minuto 44 quando Paulo Tavares toca nos pés de Talisca, dentro da área, e é assinalada nova grande penalidade a favorecer os encarnados. No entanto, no lance antecedente com os mesmos intervenientes, e que origina o roubo de bola do brasileiro ao médio sadino, este último sofre falta, mais uma vez, não assinalada pelo árbitro do encontro.

No segundo tempo e apesar da excelente atitude dos bravos jogadores Vitorianos, o Benfica aumentou a vantagem através de Jonas (73’) e fixou o resultado final em três a zero, garantindo, assim, presença na final de Coimbra, numa competição que, malgrado o pouco respeito que nutrem por ela, parece feita à medida dos apelidados de “três grandes”.

IMG_0154Zequinha ganha o esférico a dois opositores e tenta mais um ataque sadino.

IMG_0153O capitão Pedro Queirós vence o duelo nas alturas com Talisca.

 



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