Futebol | Diogo Sousa a adaptar-se a um nível de exigência “completamente diferente”

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Diogo Sousa deu um salto de quatro patamares neste defeso, da Divisão de Honra da AF Porto para a Liga NOS, e vive uma experiência totalmente nova no Vitória FC, onde o nível de exigência é “completamente diferente”.

“Está a correr muito bem. Para mim é uma experiência completamente nova, porque eu venho da Divisão de Honra da AF Porto, portanto subi quatro patamares. É completamente diferente a nível de exigência, de profissionalismo, os treinos são bidiários…”, disse Diogo Sousa, 23 anos, durante o estágio que decorre em Isla Canela, Espanha.

O lateral direito, que jogava no FC Infesta, afirmou que “o grupo é muito unido e está a correr tudo muito bem” nesta pré-temporada, salientando que a equipa técnica liderada por José Couceiro “também tem ajudado para que isso aconteça”.

“Agora é trabalhar, dar tudo nos treinos, porque a exigência é muito mais alta. Já tivemos três jogos e três vitórias, o grupo está unido, está a trabalhar para que corra tudo bem e vamos continuar assim, treino após treino”, referiu.

Segundo o jogador, que é licenciado na área da educação física, “a grande diferença que se nota” entre os campeonatos distritais e a primeira Liga “é a nível da intensidade, da entrega”, porque “o jogo é muito mais rápido” e “há muito mais qualidade, quer a nível individual, quer coletivo”.

“Tenho de trabalhar muito mais para conseguir chegar a este ritmo e integrar-me bem no plantel”, admitiu, considerando que a equipa do Vitória FC é “jovem, com alguns jogadores experientes também, mas, acima de tudo, com muita qualidade a nível técnico e físico”.

O facto de o trabalho ainda estar no início e de terem chegado ao clube vários jogadores novos obriga a um período de entrosamento da equipa, mas Diogo Sousa acredita que o plantel “tem tudo para dar certo no futuro, com o tempo”, e tem vindo “a demonstrar qualidade a nível de jogo”.

“Somos uma equipa com um nível técnico muito alto e temos que aproveitar essa qualidade técnica. Depois, com as exigências do ‘mister’ José Couceiro de um jogo coletivo forte, de uma pressão forte, de alta intensidade, conseguimos, juntando à nossa técnica, praticar um bom futebol”, frisou.

Em termos de objetivos coletivos, o lateral direito sublinhou que o primeiro é “garantir a manutenção o mais rápido possível”, mas, uma vez este alcançado, o que se conseguir para além disso “será sempre bem-vindo” e, sendo o Vitória FC “um clube com muita tradição” nas competições a eliminar, a equipa também “quer muito chegar às finais da Taça de Portugal e da Taça Liga e, se possível, conquistá-las”.

Em termos pessoais, as suas metas passam, inicialmente, pela adaptação e por ter um papel no grupo: “Integrar-me no plantel, contribuir, ajudar o máximo possível o grupo, porque em primeiro lugar está a equipa. Depois, a nível individual o que surgir, surgirá. Vou trabalhar para isso, vou tentar dar o meu melhor para ajudar a equipa e também evoluir como jogador a nível individual”.

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