Futebol | Estamos “num bom momento” e “confiantes” para Guimarães, diz José Couceiro

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1-2018_04_13_José Couceiro-Antevisão do jogo com o Vitória de Guimarães-001

José Couceiro afirma que a equipa está “num bom momento” e “confiante” para o jogo de Guimarães, da 30.ª jornada da Liga NOS, garantindo que o Vitória FC parte para todos os encontros “para tentar ganhar”, como aconteceu no último sábado frente ao SL Benfica.

“O Vitória de Setúbal parte para os jogos sempre com a mesma intenção. Preparamo-nos durante a semana para tentar ganhar o jogo, independentemente do adversário, aliás como fizemos na semana passada”, disse, na conferência de imprensa de antevisão do encontro com o Vitória de Guimarães, marcado para as 20h30 de sábado no Estádio D. Afonso Henriques.

Confrontado com o facto de este ser o jogo número 2.000 do Vitória FC no campeonato principal, o treinador salientou que isso “é fantástico” e demonstra “a dimensão” do clube nesta competição, mas garantiu que não é por isso que a equipa pretende ganhar no Minho: “Não é por ser o jogo 2.000, o nosso objetivo é sempre o mesmo”, frisou.

Considerou ser “natural” que se notem “algumas diferenças” na equipa vimaranense depois de José Peseiro ter substituído Pedro Martins no comando técnico, afirmando: “Neste momento estão numa fase mais positiva, estão numa fase em que ganharam o último o último jogo, ganharam a um bom concorrente, porque o Rio Ave é uma boa equipa. Portanto, o Vitória de Guimarães está hoje mais confiante”.

“Isso é perfeitamente normal, não tem só a ver com os treinadores, porque o Pedro [Martins] é igualmente um excelente treinador, tem a ver com os resultados, com os momentos, com a conjuntura… E neste momento eles estão num momento bom, mas nós também estamos. Independentemente de termos tido muitos azares durante a semana, estamos confiantes”.

José Couceiro referia-se às lesões de Nuno Pinto, Tomás Podstawski, João Teixeira, Luís Felipe, André Sousa e João Valido que os impedem de jogar em Guimarães, tendo o médio/lateral internacional Sub-20 sido o último a lesionar-se, no treino de hoje.

“Esta semana tivemos muitas lesões e algumas com gravidade. Lesões a nível meniscal e de ligamentos, portanto, não tem nada a ver com questões musculares. Foi uma semana difícil a esse nível, com um número excessivo de lesões, mas vamos com o mesmo espírito para Guimarães, não mudou absolutamente nada”, referiu, adiantando que “a época encerrou” para o João Teixeira, Luís Felipe e João Valido.

No entanto, revelou que “a boa notícia” era a convocatória do avançado Yannick Djaló, o que sucede pela primeira vez, depois da lesão contraída logo no início da temporada.

Quando questionado sobre se a derrota com o Benfica no Bonfim, por 2-1, com um penálti sofrido aos 90+2 minutos, tinha afetado a equipa, José Couceiro admitiu que “perder deixa sempre marcas”, porque “o que alimenta as equipas são as vitórias, não são as derrotas”.

“Nós não ficamos satisfeitos por perder, independentemente de ser no último minuto ou no primeiro. É evidente que é diferente começar uma semana a trabalhar sobre uma vitória do que sobre uma derrota. Agora, claro que todos nós temos consciência de que, no geral, a equipa esteve bem. A equipa fez tudo o que podia para conseguir ter tido outro resultado. Não o conseguiu obter, mas claramente que era merecedora de ter tido um resultado diferente”, disse.

Ainda sobre o jogo com os campeões nacionais, recordou que, “normalmente”, ao longo de um campeonato, “as equipas são prejudicadas nuns jogos e beneficiadas noutros”, mas isso não se tem passado esta temporada com o Vitória FC.

“Este ano, estranhamente, o Vitória de Setúbal, em 29 jogos de campeonato, não tem um único em que diga que somámos um ponto porque houve um erro a nosso favor. Temos muitos, muitos em que dizemos o contrário. Isto são factos, não estou a fazer uma avaliação. É uma coincidência, mas é, de facto, uma triste coincidência”, salientou.

José Couceiro disse que a presença de público nos estádios é “fundamental” e “um estímulo para os jogadores”, como aconteceu no último sábado no Bonfim, que esteve “fantástico” com “um ambiente tão positivo”.

“Os estádios precisam de público e nós também, nós também nos alimentamos com o público. Eu fico muito satisfeito e agradeço sempre à massa adepta do Vitória de Setúbal por nos acompanhar e apoiar. No último jogo fora [frente ao CD Aves], com o que chovia e pela forma como estiveram sempre connosco, os adeptos foram fantásticos”, concluiu.

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